De Espanha, nem bons ventos, nem bom casamento…nem a fronteira!

Encaremos a realidade: a economia Portuguesa está encostada às cordas. Como se não bastasse debatermo-nos com a fadiga de um combate duro contra vários adversários – como a recessão económica, a desarticulação estrutural e o humor dos mercados financeiro – arriscamo-nos a perder a contenda por influência de um elemento externo que nos pode tirar (e atirar a)o tapete: a Espanha.

O país vizinho como é conhecido está em francas dificuldades:

– o desemprego é uma praga. Cerca de 25% da população não tem ocupação! Recorde do mundo pelos vistos!

– o sistema financeiro além de estar em estado comatoso, o que até já motivou um pacote de resgate – “só à banca” diria Rajoyencontra-se a braços com dificuldades extremas em financiar-se.

– tem ao leme um primeiro-ministro em auto-negação que está a dar ares de tresloucado.

Agora pelo visto juntam-se os próprios Espanhóis a fazer evaporar os euros que já estão em vias de extinção no seu sistema bancário. Ao que parece fugiram do país nos últimos 3 meses capitais correspondentes a 52.3% do seu PIB. Os particulares locais contribuíram com uma parcela correspondente a 16.7% do PIB ao passo que os estrangeiros  deram guia de marcha a 19.4% do PIB, tudo no último trimestre!

O resgate total do país vizinho parece estar ao virar da esquina e com isso mais ventos  contrários – ciclónicos – provenientes do outro lado da fronteira!

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