Quando as unhas crescem demasiado…cortam-se!

OK, o país está em maus lençóis, a crise é tramada, o Vitinho – que é quem governa – está inscrito nos sites de bondage, temos dívida que dura para as próximas 27 gerações, bla, bla, bla!

O que é importante, quando a poeira assentar, é apresentar medidas cabais e realistas para realizar receita que compense o buraco fiscal crónico e que permita a redução da dívida soberana. Como o Vitinho tem uma perspectiva excessivamente sadomaso aqui fica uma dica gratuita que mata dois coelhos * com uma cajadada só!

Problema: as unhas do aprendiz de Kadhafi que lidera o governo regional da Madeira e a pilha de dívidas que contraiu nos últimos 30 anos.

Solução: cortar-se as unhas para evitar problemas de higiene e situações incómodas decorrentes do seu tamanho excessivo. Se o déspota da Madeira anda muito inchado a apregoar que “quer a independência da metrópole” e que até há quem esteja interessado então…venda-se! Ou arrende-se! Como os Gregos vão fazer com algumas ilhas! E assim faz-se sangrar o porco!

Não escondo que ia gostar de o ver a explicar aos Madeirenses que iam ter que se safar sem a “metrópole” para pagar as dívidas contraídas. Mais, Portugal encaixava uma boa maquia com a sua venda ou arrendamento e dessa forma salvaguardávamos a costura dos nossos bolsos.

E assim se cortavam as unhas ao problema da dívida pública…

* Alto! Para não ser mal interpretado faço saber que não desejo mal nenhum à família do primeiro-ministro.

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