É preciso contratar mercenários?!

…ou está tudo disposto a ir candidamente ao fundo?! Pensava que Portugal era dos Portugueses mas pelo visto não…

Efectivamente a passividade dos Portugueses perante, o desemprego epidémico, o menor rendimento disponível agravado pelo “enoooorme” aumento na carga fiscal, a oneração dos serviços públicos e sociais, a deterioração na abrangência e qualidade dos mesmos, os roubos descarados ao erário público, os evidentes actos criminosos ou de flagrante incompetência perpetrados por representantes do estado que ficam impunes e, no fundo, a sonegação do futuro da nação, só se pode inferir que de facto há muita gente que não está assim tão mal. Nota-se pela falta de disponibilidade da população para instigar uma mudança notória*.

Vou mais longe ainda para insinuar que estará muita gente a mamar  numa chupeta adocicada que é assegurada estrategicamente pelo establishment  a fim de evitar alguma escalada que rompa com esta apatia que se consubstancia no enfezamento progressivo do país.

Dos restantes uns, como José Gomes Ferreira, só se chateiam, outros agoniam. Os que rejeitam assistir da primeira fila ao empobrecimento económico, social, patrimonial (e qualquer dia cultural), os que pura e simplesmente se recusam a pagar o preço que nos querem cobrar as falanges partidárias, e os que à mesa com eles se sentam, para viver em Portugal…emigram!

É esse o (novo e) triste fado…

Talvez isso mude quando começarem a rolar cabeças na função pública mas principalmente nos bastiões partidários (aparelhos burocráticos, juntas de freguesia, câmaras municipais, empresas municipais, etc.).

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